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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Felipão descarta Seleção e elogia Mano: 'Um nome muito bom'


Técnico do Palmeiras admite que sente saudades do elenco pentacampeão de 2002, mas não quer mais falar sobre o assunto
Luiz Felipe Scolari mostrou-se incomodado com as especulações sobre seu possível retorno à Seleção Brasileira. O treinador, que está há seis dias no Palestra Itália, afirmou, nesta quarta-feira, que não foi convidado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para substituir Dunga, apesar de dizer-se saudoso dos tempos em que comandou a equipe campeã mundial, em 2002.
- Tenho saudades de 2002, dos meus jogadores. Gostaria de reencontrá-los e dar um abraço em cada um deles, de reviver aqueles momentos. Só que já passou. Não fui convidado nenhuma vez. Nunca me ligaram. Parem com isso! Tenho saudades daquele grupo, mas estou com o Palmeiras.O Flamengo e outros times da Europa me convidaram, mas não aceitei. Não se passem por anjinhos quando são diabinhos – disse o treinador, que nesta quinta-feira faz sua segunda partida à frente do Palmeiras, contra o Botafogo, no Pacaembu.
A irritação do treinador ocorreu por conta de notícias que falavam da sua indiferença ao assunto no dia da sua apresentação no Palmeiras, na semana passada, que não teriam agradado a Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Em três entrevistas coletivas que participou desde que chegou ao Alviverde, Felipão sempre precisou responder sobre a possibilidade de reassumir a Seleção Brasileira. Em todas as oportunidades deixou claro que havia assumido um compromisso com o time paulista e que pretendia cumpri-lo, além de negar qualquer contato com membros da entidade máxima do futebol brasileiro.
Felipão também comentou sobre as especulações envolvendo o nome de Mano Menezes, técnico do Corinthians. O nome do treinador alvinegro ganhou mais força nos últimos dias – Muricy Ramalho, do Fluminense, Vanderlei Luxemburgo, do Atlético-MG, Ricardo Gomes, do São Paulo, e Leonardo, ex-Milan, aparecem como possíveis opções também. O anúncio oficial da CBF, porém, só ocorrerá entre o fim desta semana e o início da próxima.
- Mano é um nome muito bom, ótimo cara. Um espetáculo, assim como gosto do Muricy e do Vanderlei. Não tem nenhum que eu não goste. Só que não sou eu a escolher. É bom que termine a situação porque há sempre troca de favores, é alguém dizendo que fui mal-educado. Só para dizer que eu nunca disse que quero ser treinador da Seleção. É um absurdo e besteira. Só um maluco beleza ou alguém com interesses escusos faria isso, porque sei como funciona, para passar uma informação para depois vazar e ser cobrado.
Cansado de ver seu nome envolvido em conversa de bastidores, Felipão arrisca-se dizer que o nome do novo treinador pode ter sido escolhido até mesmo antes da viagem da delegação nacional para o Mundial da África do Sul.
- Pelo que eu conheço, devem ter definido. Acho que já estava, quem sabe, antes da seleção sair daqui. Pelo que tenho conhecimento e pelo que conversei, acho que já na viagem estava tudo organizado.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Kaká não elogia, mas defende bola: 'Vou amenizar, não vou criticar' Para meia, polêmica é normal e jogadores da seleção já estão mais adaptados à Jabu


Depois de tanto apanhar, a bola da Copa do Mundo de 2010 encontrou um aliado. Kaká foi um dos escolhidos para a coletiva de imprensa desta sexta-feira, ao lado de Josué. Como esperado, ele não bateu na Jabulani. Afinal, a bola foi desenvolvida por uma de suas patrocinadoras, a Adidas. Mas pode-se dizer que o meia se saiu bem, sem driblar o assunto, mas evitando as divididas. O mais curioso é que o camisa 10 conseguiu defender a pelota sem dizer se a aprovou ou não.
- Eu vou amenizar, não vou criticar. Desde que me conheço como jogador de futebol, há críticas sobre a bola. Foi assim na Copa das Confederações, na Copa do Mundo de 2002, na última e em outros campeonatos. O problema é que no Mundial a repercussão disso é muito maior – declarou o camisa 10 do Brasil.
Defensor da Jabulani, Kaká citou o atacante Luís Fabiano como exemplo de mudança de opinião. O camisa 9 foi um dos que criticaram o produto, que custa cerca de R$ 400 no Brasil. Para ele, a bola tinha algo “sobrenatural”. Julio Cesar, que entrou de sola na polêmica, dizendo que ela parecia com as bolas vendidas em mercado e a rebatizando de 'jaburu', também foi citado pelo meia.
- Criou-se essa polêmica, mas está todo mundo mais adaptado. As opiniões estão mudando. Já vejo o Luis Fabiano beijando a bola, o Julio Cesar estava a abraçando. E espero que sejamos campeões com essa bola – disse o meia.
À época do lançamento de Jabulani, Kaká foi anunciado como um dos ajudantes no projeto da bola. Mas ao que parece ele não tem sido criticado no elenco por isso.
- A bola não é do Kaká, a bola é da Adidas. Tudo que é novo gera uma impressão diferente. Quem sabe durante a Copa do Mundo as opiniões não mudam. Hoje os jogadores já pensam diferente. Eu acho, por exemplo, que o Michel Bastos não reclamou da bola ao fazer aquele gol – brincou Kaká, lembrando da bomba do lateral contra o Zimbábue.
A bola não é do Kaká. A bola é da Adidas."
Kaká
Além de Julio Cesar e Luis Fabiano, Felipe Melo reforçou o time dos críticos, assim como Robinho. Só que o grupo “antibola” não foi formado apenas com jogadores da seleção brasileira. Os goleiros Iker Casillas, da Espanha, Cláudio Bravo, do Chile, Buffon, da Itália, David James, da Inglaterra, e Fernando Muslera, do Uruguai, também reclamaram, assim como o técnico da Dinamarca, Morten Olsen.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Pelo Twitter, Ronaldo mostra dia agitado e elogia vitória sobre Grêmio Na folga do elenco, Fenômeno treina fisicamente e participa de mais uma campanh


O atacante Ronaldo ficou satisfeito com o desempenho do Corinthians na vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio, domingo, no Olímpico, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro. Pelo Twitter, o Fenômeno comentou sobre a partida.
- Achei bom o jogo. E, mais importante, os três pontos. É importante começar bem o campeonato.
Ronaldo, aliás, vem usando bastante a nova ferramenta de comunicação. Enquanto o elenco corintiano folgou nesta segunda-feira, o jogador realizou um treinamento em uma academia de São Paulo para tentar recuperar a forma. Ele trabalhou na companhia do fisioterapeuta Caio Silva.
Em seguida, o Fenômeno participou da gravação de uma nova campanha publicitária para uma empresa de telefonia. Ele e o restante dos atletas alvinegros voltam a treinar na terça-feira, às 9h30m, no Parque São Jorge. No domingo, a equipe pega o Fluminense, às 16h, no Pacaembu.