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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

5 candidatos dessas eleições que já se envolveram em escândalos


Não é possível dizer se a memória das pessoas que é curta, se a Justiça é lenta, ou se ocorre as duas coisas. Mas os escândalos na política estouram e são esquecidos em intervalo de poucos meses e, geralmente, sem qualquer conclusão da Justiça. Veja cinco candidatos que foram personagens de casos assim e que disputam algum cargo nessa eleição
Fernando Collor de Mello (PTB-AL)
Personagem de um dos maiores escândalos de corrupção do país, Collor sofreu processo de impeachment apenas dois anos após ser eleito presidente e teve seus direitos políticos cassados por oito anos em 1992.
Em 2000, tentou sem sucesso ser prefeito de São Paulo. Dois anos depois, disputou o governo de Alagoas e foi novamente derrotado. Em 2006, finalmente conseguiu voltar à política sendo eleito senador.
Agora, próximo até do presidente Lula, Collor está empatado com outros dois candidatos na disputa mais uma vez pelo governo de Alagoas.
Valdemar Costa Neto (PR-SP)
O deputado federal ainda é réu no processo do mensalão. Para não ser cassado, ele renunciou pouco depois do esquema de compra de apoio parlamentar ter sido revelado no Congresso, em 2005. No ano seguinte, já foi eleito novamente para o mesmo cargo. Valdemar Costa Neto respondeu também a uma acusação de compra de votos na eleição de 2006, mas foi absolvido pela Justiça Eleitoral. Ele ainda aguarda julgamento do caso do mensalão. Mas, olha só: é candidato novamente a deputado.
Paulo Maluf (PP-SP)
Acusado de intimidar uma testemunha de processo contra ele, Maluf foi preso por 40 dias em 2005. No ano seguinte, o ex-prefeito e ex-governador de São Paulo foi eleito deputado federal e concorre agora à reeleição.
Maluf responde a mais de dez processos de naturezas civil e criminal por supostas irregularidades em suas gestões. Neste ano, entrou na lista vermelha de procurados pela Interpol (!). Ele diz que é inocente de todas as acusações, mas teve sua candidatura barrada pela Justiça Eleitoral de acordo com a Lei da Ficha Limpa e aguarda julgamento de recurso.
Jader Barbalho (PMDB-PA)
Em 2001, Jader renunciou ao cargo de senador ao se ver envolvido em uma sequência de denúncias de corrupção na extinta Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). Sem a imunidade parlamentar, ele foi preso provisoriamente no ano seguinte por suposta participação nos desvios da superintendência.
Mesmo com o escândalo, foi eleito deputado federal em 2002 e reeleito em 2006. Nestas eleições, tenta voltar ao Senado.
Joaquim Roriz (PSC-DF)
A Polícia Civil do Distrito Federal investigava esquema de desvio de dinheiro do Banco de Brasília quando gravações de conversas telefônicas flagraram o ex-governador Joaquim Roriz negociando a divisão de R$ 2,2 milhões com o ex-presidente do banco.
Então senador, ele teve de renunciar ao cargo para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa e de uma possível cassação. Roriz nega todas as acusações e espera a Justiça Eleitoral julgar recurso contra decisão que barrou sua candidatura ao governado do DF nestas eleições. Enquanto isto, segue na disputa

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dos 513 deputados federais, 420 buscam reeleição

Dos 513 deputados federais, 420 tentarão a reeleição este ano, 93 disputarão outros cargos e 34 ficarão fora das eleições de outubro. É o que aponta levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Os deputados que tentarão os voos mais altos são Indio da Costa (DEM) e Michel Temer (PMDB), candidatos a vice-presidente da República. O primeiro na chapa do tucano José Serra e o segundo na da petista Dilma Rousseff.

Também querem vaga no Executivo 18 deputados - dez candidatos ao governo dos seus Estados e oito a vice-governador. É o caso de Fernando Gabeira, candidato do PV no Rio de Janeiro, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima (PMDB) na Bahia, e Celso Russomanno pelo PP em São Paulo.

Outros 32 deputados querem trocar a Câmara pelo Senado. É o caso, por exemplo, de Alberto Fraga (DEM) no Distrito Federal, Eunício Oliveira (PMDB) no Ceará, Gustavo Fruet (PSDB) no Paraná, Jader Barbalho (PMDB) no Pará, José Carlos Aleluia (DEM) na Bahia e o ex-ministro da Previdência José Pimentel (PT) no Ceará. Outros depois deputados tentarão ser suplentes de senador.

Em números gerais, a bancada federal do PT aparece como a que está dando maior prioridade pela conquista do Senado. São oito deputados tentando uma vaga na Câmara alta. O PMDB, por exemplo, tem cinco. DEM, PSDB e PP, três.

Não candidatos

Na lista de deputados que não concorrerão às eleições de outubro, estão personagens nacionais bem conhecidos, como Ciro Gomes (PSB), Antônio Palocci (PT) e José Eduardo Cardozo (PT). Ciro insistiu até o limite que o seu partido lhe apoiasse na candidata à Presidência da República. Como não conseguiu, decidiu ficar fora do pleito.

Palocci decidiu se dedicar integralmente à campanha de Dilma Rousseff à presidência assim como José Eduardo Dutra, que alegou estar decepcionado com o sistema eleitoral e ficou incumbido da coordenação jurídica da campanha.


sexta-feira, 11 de junho de 2010

Candidata ao título, Espanha desembarca na África do Sul Seleção estreia na próxima quarta-feira, contra a Suíça, em Durban


A seleção da Espanha desembarcou na África do Sul na manhã desta sexta-feira, dia do primeiro jogo da competição entre os anfitriões e o México. Com o favoritismo na bagagem, a Fúria foi a última delegação a pisar no país da Copa do Mundo e chega apostando no talento individual de seus jogadores. A atual campeã da Europa estreia na próxima quarta-feira, contra a Suíça, em Durban.

Delegação da Espanha chega à África do Sul para a disputa da Copa do Mundo(Foto: agência Reuters)
O time de Vicente Del Bosque chega na competição como a grande favorita para conquistar o primeiro lugar do Grupo H, que ainda conta as seleções do Chile, Suíça e Honduras. A dúvida para o primeiro compromisso na Copa é a presença do meia Iniesta. Ele foi substituído ainda no primeiro tempo da goleada da Espanha sobre a Polônia por 6 a 0, no amistoso em Múrcia, e, desde então, não está participando dos treinamentos para se recuperar da lesão na coxa esquerda.
Segundo o jornal espanhol "Marca", a seleção teve um voo tranquilo. Ao chegar, o piloto não escondeu a empolgação dizendo que levava "a maior seleção da história", mas lamentou que não tenha sido escalado para a volta do grupo, que estará com o troféu de campeão do mundo.
Caso consiga o título, cada jogador receberá um prêmio de 600 mil euros (cerca de R$ 1,34 milhão). De acordo com a imprensa local, a quantia da Fúria é a maior entre todas as seleções e três vezes mais que a recebida pela conquista da Eurocopa 2008, que foi de 215 mil euros (R$ 480,8 mil).

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Grandes candidatos a muralha da Copa


No outro lado da disputa para ser o artilheiro do Mundial corre a briga para saber quem ganhará mais um prêmio importante da Fifa: o troféu de melhor goleiro da competição, cujo nome homenageia Lev Yashin, o Aranha Negra, lendário arqueiro da antiga União Soviética. Nas últimas três edições, goleiros europeus conquistaram a honraria: Barthez, da França (1998), Oliver Kahn, da Alemanha (2002) e Buffon, da Itália (2006). E quem pode ser premiado neste ano? Talvez seja a hora de o Brasil conquistar o troféu pela primeira vez – entre os sul-americanos, só dois uruguaios (Ballesteros, 1930, e Máspoli, 1950) e dois argentinos (Fillol, em 1978, e Goycotchea, 1990) foram eleitos.

Júlio César, porém, chega a 2010 como principal goleiro do futebol mundial – e como um dos astros de uma seleção favorita ao título. Espera-se, porém, que ele nem precise mostrar toda a sua capacidade, circunstância que certamente estaria ligada a uma Copa sem grandes sustos para o Brasil. Espera-se também que possa jogar normalmente, apesar da preocupação com a lesão sofrida no amistoso com o Zimbábue. Entre os outros candidatos ao status de “muralha” do Mundial estão Casillas, da Espanha, e Buffon, candidato ao bi. Mas para por aí. Uma peculiaridade desta Copa é a escassez de goleiros consagrados. Até escolas tradicionais, como a alemã e a argentina, não trouxeram craques da posição à África do Sul.

Quem será o melhor goleiro da Copa?

Júlio César
Casillas
Buffon
Outro (indique sua escolha no campo de comentários, logo abaixo)


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