Mostrando postagens com marcador serra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador serra. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Serra diz aceitar derrota com 'humildade' e que 'luta continua'



José Serra abraça a filha Verônica
Segundo Serra, oposição consolidou 'campo político' nesta eleição
Candidato derrotado na disputa à Presidência, José Serra (PSDB) disse na noite deste domingo que aceita com "respeito e humildade" a vitória de sua adversária Dilma Rousseff (PT), mas que agora começa "a luta de verdade".
"Hoje os eleitores falaram, e recebemos com respeito e humildade a voz do povo. Quero cumprimentar Dilma Rousseff e desejar que faça bem para o país", afirmou Serra no comitê central da sua campanha, no centro de São Paulo.
"Para os que nos imaginam derrotados, apenas estamos começando a luta de verdade", acrescentou o tucano.
"A luta continua, viva o Brasil", completou Serra, que encerrou seu pronunciamento recitando os últimos versos do Hino Nacional.
Vitórias estaduais
Serra estava acompanhado pelo governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, pelo atual governador do Estado, Alberto Goldman, pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, pelo presidente do PSDB, Sérgio Guerra, pelo presidente do DEM, Rodrigo Maia, por Roberto Freire, presidente do PPS, e por outras lideranças dos três partidos.
Em seu discurso, Serra se disse orgulhoso pelos votos recebidos (43,7 milhões, 44% dos votos válidos) e exaltou o desempenho da oposição nas disputas estaduais – o PSDB elegeu oito governadores neste pleito, e o DEM, dois.
O tucano também agradeceu com veemência Geraldo Alckmin, dizendo que o aliado se empenhou mais na campanha presidencial do que na disputa pelo governo do Estado, e afirmou que sua despedida não é um "adeus, mas um até logo".
"Vocês (eleitores) nos deram uma vitória estratégica. Construímos uma fortaleza, consolidamos um campo político", afirmou o tucano, segundo quem a oposição se empenhará na "defesa da democracia e da liberdade no Brasil".

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Dilma tem 12 pontos de vantagem sobre Serra, aponta Vox Populi


Dilma tem 12 pontos de vantagem sobre Serra, aponta Vox Populi
REUTERS
SÃO PAULO (Reuters) - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tem 51 por cento das intenções de voto, contra 39 por cento de seu adversário, José Serra (PSDB), segundo pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira pelo portal IG.
De acordo com o Vox Populi, 4 por cento dos entrevistados se declararam indecisos.
Na pesquisa anterior do instituto, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, Dilma tinha 48 por cento, contra 40 por cento de Serra. Os indecisos somavam 6 por cento.
Se considerados somente os votos válidos --que excluem os brancos, nulos e indecisos-- Dilma tem 57 por cento, contra 43 por cento de Serra. Na sondagem anterior, a petista aparecia com 54 por cento dos válidos, ante 46 por cento do tucano.
O levantamento do Vox Populi analisou ainda o voto religioso. Conforme o instituto, Serra tem 44 por cento das intenções de voto entre o eleitorado evangélico, ante 42 por cento de Dilma. Entre os entrevistados que se declararam ateus, Dilma tem 49 por cento, ante 36 por cento de Serra.
Dilma também aparece à frente de Serra entre os eleitores que se disseram católicos praticantes (54 contra 37 por cento) e não praticantes (55 contra 37 por cento).
O voto religioso foi apontado como um dos fatores que impediram a vitória de Dilma já no primeiro turno da eleição presidencial em 3 de outubro.
O motivo seria uma rejeição dessa classe do eleitorado à suposta posição de Dilma favorável à descriminalização do aborto. Pressionada por setores religiosos, Dilma assinou uma carta na semana passada se comprometendo a não alterar a legislação existente sobre o aborto.
Segundo o Vox Populi, 89 por cento dos entrevistados declararam estarem decididos sobre em quem votarão no dia 31 de outubro, enquanto 9 por cento afirmaram que ainda podem trocar de candidato. A consolidação é maior entre os eleitores de Dilma, 93 por cento, enquanto entre os de Serra 89 por cento estão decididos.
A pesquisa, realizada entre os dias 15 e 17 de outubro, tem margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. O instituto ouviu 3 mil pessoas para o levantamento.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

TSE totaliza apuração de votos; Dilma vence em 4 regiões e Serra, em uma



Brasília - Com 100% das urnas apuradas, a candidata Dilma Rousseff (PT), que obteve 46,91% dos votos válidos, vai ao segundo turno com José Serra (PSDB), com 32,61%. Marina Silva (PV) conseguiu 19,33% e Plínio Sampaio (P-SOL) teve 0,87%.
Por uma diferença de quase 6,3 milhões de votos, a petista não conseguiu se eleger no primeiro turno. Dilma venceu em quatro regiões, mas perdeu para Serra no Sul. No Nordeste e no Norte, Dilma ganhou com folga, mas liderou com vantagem menor no Sudeste e no Centro-Oeste.
No Sul, Serra ganhou, com 43,01%. Dilma teve 42,10%; e Marina, 13,64%. No Centro-Oeste, Dilma venceu por pequena vantagem, com 38,89%, contra 37,97% de Serra e 20,94% de Marina.
No Nordeste, Dilma teve o melhor desempenho com 61,63%. Serra obteve 21,48%; e Marina, 16,14%. No Norte, Dilma ficou com 49,23%; Serra, 31,95%; e Marina, 17,88%.
No Sudeste, região com o maior número de eleitores, Dilma obteve 40,88%, contra 34,58% de Serra e 23,18% de Marina.
Dilma venceu em 18 estados e Serra liderou em oito: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. Marina ganhou no Distrito Federal, onde conseguiu 41,96% dos votos válidos, e ficou em segundo lugar em cinco estados - Acre, Amapá, Amazonas, Pernambuco e Rio de Janeiro. No Ceará, ela empatou com Serra (16,36%).
Entre os votos no exterior, Dilma perdeu por cerca de quatro pontos percentuais. Ela obteve 36,81%, contra 40,25% de Serra e 20,43% de Marina. Entre os eleitores que votaram em trânsito, Dilma venceu com 39,15%. Serra obteve 31,18% e Marina ficou com 28,11%.
Os votos em branco somaram 3.479.320 (3,13%); e os nulos, 6.124.083 (5,51%). O Brasil tem 135,804 milhões de eleitores. A abstenção foi de 18,12%.

domingo, 3 de outubro de 2010

José Serra comemora com o número do partido


José Serra comemora com o número do partido // Reuters (Reuters)
José Serra comemora com o número do partido
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, faz o número do partido depois de votar em São Paulo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dilma: Serra quer virar a mesa da democracia e ganhar eleição no tapetão


Os adversários querem ganhar a eleição no tapetão, advertiu a candidata Dilma Rousseff no debate Rede TV/Folha de São Paulo neste domingo (12).
Segundo ela, as acusações de envolvimento de sua campanha com o vazamento de dados fiscais sigilosos de pessoas ligadas ao PSDB são tentativas de “virar a mesa da democracia”.
“Meu adversário quer ganhar a campanha no tapetão, porque não consegue convencer a população. Querem virar a mesa da democracia”, disse a candidata, no direito de resposta concedido contra Serra. “Não passarei para a História como a caluniadora da campanha. Ele que passará.”
Em resposta a jornalista Renata Lo Prete, Dilma classificou de “manobra eleitoreira” a acusação de tráfico de influência contra o filho da chefe da Casa Civil, ministra Erenice Guerra. Dilma defendeu a apuração rigorosa de todas as denúncias e avaliar se houve tráfico de influência. Segundo ela, se for confirmada a ilegalidade, o governo deve tomar as providências mais drásticas.
“Mas eu quero deixar claro que eu não concordo e não vou aceitar que se julgue a minha pessoa baseado no que aconteceu com o filho de uma ex-assessora minha. Isso cheira a manobra eleitoreira sistematicamente feita contra mim e minha campanha”, disse, taxativa, Dilma Rousseff.
"Dono da verdade"
Numa resposta ao adversário do PSDB, a candidata alertou para a tentativa do tucano de desqualificá-la. "Não subestime ninguém candidato, o senhor não é dono da verdade, o senhor não é melhor que ninguém”, afirmou Dilma.
"Eu acho que as pessoas não podem ser pretensiosas e achar que elas são donas da verdade. Eu não sou dona da verdade e espero que as pessoas que me cercam também não sejam", disse a candidata.
Serra questionou novamente a política de paz do governo Lula em relação ao conflito do Oriente Médio. A candidata defendeu o diálogo, em vez do conflito com o Irã. Citando as guerras dos Estados Unidos contra o Iraque e o Afeganistão, Dilma afirmou ser favorável à prudência nas negociações que envolvem o enriquecimento de urânio.
“Não se trata de resolver com o fígado. Trata-se de tentar construir a paz. Certos tipos de guerra não conduzem à pacificação e na melhoria da vida dos povos daquela região”, alertou Dilma. “O que nós exigimos do Irã é que nos propomos a dar: enriquecimento (de urânio) para fins pacíficos.”

Em debate quente, Dilma é alvo e Serra eleva ataque ao governo



BRASÍLIA (Reuters) - Alguns decibéis subiram no debate de domingo entre os candidatos ao Palácio do Planalto. O confronto mais temperado desta campanha foi protagonziado pelos dois principais antagonistas da sucessão: Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).
A 21 dias das eleições, a Rede TV! e a Folha de S.Paulo colocaram na mesma arena quatro presidenciáveis.
Líder disparada nas pesquisas, Dilma foi o alvo preferencial. Serra, o atirador de dardos contra a petista. Ele direcionava, sempre que podia, todas as perguntas à rival, enquanto ela tentava ignorá-lo. Nenhuma das vezes que teve a chance de perguntar Dilma dirigiu-se Serra.
O tema-chave da noite, que moveu as reações ofensivas, foi "corrupção". Casos antigos e novos foram resgatados: aloprados, mensalão, sigilo e a recente acusação de susposto esquema de tráfico de influëncia envolvendo a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra.
A petista foi questionada por uma jornalista se colocaria a "mão no fogo" pela atual titular da pasta, seu braço direito quando estava no governo, sucessora quando deixou o Executivo e pessoa de quem se tornou amiga pessoal nos últimos anos.
"Se houve, tem de tomar as providëncias mais drásticas possíveis. No caso da ministra Erenice, foi feita uma acusação e o que se tem hoje é exatamente nada. Agora, eu quero deixar claro aqui: eu não concordo, não vou aceitar que se julgue a minha pessoa baseado no que aconteceu com o filho de uma ex-assessora minha", rebateu a candidata, referindo-se a Israel Guerra, filho de Erenice, apontado como profissional a serviço de lobistas.
Serra foi para cima do "governo que acoberta companheiros e persegue a oposição"; Dilma defendeu investigações "doa a quem doer", citando as operações da Polícia Federal no governo e, mais recentemente, no Amapá.
Ele não perdeu oportunidades de associar a campanha petista à quebra do sigilo fiscal de seus familiares. Dilma acabou ganhando direito de resposta por conta da vinculação. Ecoou um sonoro "o que ele quer é ganhar essa campanha no tapetão". A petista disse ainda que não passaria a eleição como caluniadora, mas ele sim.
Essa afirmação rendeu ao tucano direito de resposta. Serra aproveitou para ironizar a petista por ter o apoio do ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu. "Essas questões que envolvem a democracia não se resolvem com braveza", disse. "Agora você vai pedir direito de resposta por isso (dizer que tem apoio de Dirceu)?"
Marina Silva, do PV, e Plínio de Arruda Sampaio, PSOL, não conseguiram romper a polarização, deixando o ringue quase livre para a luta do "nós contra eles".
A ex-ministra do Meio Ambiente, que manteve seu discurso da "terceira via", criticou e elogiou aspectos das duas administrações, Lula e FHC. Pisou duro, no entanto, quando falou da política.
"Avançamos na economia, avançamos no social, mas a política é um retrocesso, é a pré-história da política."
Propostas sobre economia e avaliações sobre seus fundamentos foram marginais, com exceção mais evidente do tucano. "Os juros no meu governo vão cair...de maneira responsável."
"NÃO SUBESTIME, CANDIDATO"
José Serra atacou mais o governo do que de costume e foi questionado por ter usado a imagem do presidente de forma elogiosa em seu programa de TV.
Ele chegou a criticar o "governo Lula" em algumas ocasiões. Iniciou sua intervenção dizendo que a maior "sucesso" da gestão federal foi não ter "atirado o Plano Real pela janela", contrariando histórico da legenda que havia se oposto ao plano econômico. Fez isso assumindo o legado de Fernando Henrique Cardoso, personagem deixado à sombra inúmeras vezes em sua campanha.
"O maior fracasso foi o mensalão, o dossië dos aloprados, as violações da receita ..."
Serra bateu na tecla de que ninguém conhece sua adversária, fazendo constante contraposição à sua notória vida pública. Foi ao atacar a relação do governo Lula com o Irã que ouviu de Dilma Rousseff uma das suas mais duras réplicas.
"Eu também tenho uma trajetória", afirmou a candidata.
Em seguida, aconselhou: "Não subestime ninguém, candidato, o senhor não é dono da verdade, o senhor não é melhor que ninguém."

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Serra e Dilma mudam de opinião sobre polêmicas, diz Marina


A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira durante sabatina do jornal O Estado de São Paulo que sempre manteve coerência ao tratar de temas polêmicos como aborto e casamento entre homessexuais, enquanto seus adversários têm opinião mais inconstante. “Nem sei se perguntam tanto para os outros candidatos [sobre esses temas], até porque eles mudam de posição conforme o cenário e a situação”.
Marina afirmou que foi contra o aborto ao longo de sua vida e que Serra e Dilma “agora dizem que são contrários”. Mesmo com opinião formada sobre o assunto, a candidata defende um plebiscito sobre a legalização do aborto. “Não é o Executivo que deve vai decidir, é o Congresso”.
Respondendo a questões de jornalistas e de leitores e internautas, Marina também procurou se desvincular de rótulos e se difrenciar das candidaturas de seus adversários – à frente dela nas pesquisas – e que, segundo a candidata do PV, tentam criar uma situação plebiscitária. Marina disse que “não é com gerentes que se resolve os problemas”.
Política externa – Marina Silva criticou a atenção dada pelo Brasil ao Irã. “Essa aproximação é inoportuna”, declarou. A candidata verde afirmou que, caso seja eleita em outubro, as afinidades ideológicas não pautarão a política externa do Brasil. Em relação à Venezuela, por exemplo, a verde afirmou que o regime plebiscitário no país vizinho não favorece a democracia. “Eu não manteria (a relação) como é hoje, ave maria!”.
Marina estava acompanhada de seu vice, o empresário Guilherme Leal, do candidato ao Senado pelo PV em São Paulo, Ricardo Young, e do candidato a deputado federal Ale Youssef (PV-SP).
(Marina Dias, com Agência Estado)
  • Share/Bookmark

sexta-feira, 28 de maio de 2010

'Vamos fazer inveja no Serra', diz Lula a Evo Presidentes participaram do 3.º Fórum Mundial da Aliança de Civilizações. Nesta semana, tucano disse que


Em momento de descontração logo após a foto oficial de chefes de Estado no 3.º Fórum Mundial da Aliança de Civilizações, no saguão do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu abraçado ao boliviano Evo Morales e fez piada com o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, que, na quarta-feira, afirmara que o governo da Bolívia "é cúmplice" do tráfico de cocaína para o Brasil.
"Vamos posar aqui; vamos fazer inveja no Serra", disse Lula ao colega, rindo bastante, em frente aos fotógrafos. De mãos dadas como presidente do Brasil, Evo também riu, mas não comentou a declaração.
Pouco depois, a entrevista coletiva de Morales, que estava agendada para as 16h desta sexta-feira (28), foi cancelada. A jornalistas, o boliviano se recusou a responder a perguntas e deu um palpite sobre a Copa do Mundo: "O Brasil será campeão." O governo da Bolívia divulgou nota para rebater as declarações do tucano.
saiba mais
Para Serra, governo da Bolívia é 'cúmplice do tráfico'
Antes, em discurso na reunião plenária de cúpula, no início da tarde, Morales foi muito aplaudido: "Precisamos salvar a humanidade e a natureza do capitalismo", defendeu. Para ele, criou-se uma "anticivilização" em que tudo vira mercadoria. "Essa anticivilização está levando à destruição do planeta", discursou. O presidente boliviano comparou a colonização da América a um "genocídio" e afirmou que a riqueza de civilizações europeias foi construída à custa de "sangue e ouro do nosso continente".
"Uma civilização não se faz com guerras, balas e bases militares. Não haverá paz enquanto não tiver justiça social."